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Fórmulas para bebê: quando posso dar?

Mães, é realmente necessário dar fórmulas? Quais as fórmulas que existem e quando são indicadas?

Você já deve ter ouvido falar em algum momento da gravidez ou depois do nascimento mitos e verdades sobre a amamentação. Já deve ter ouvido também que seu leite é fraco, que não é o suficiente e que deveria dar leite em fórmula para o bebê. 

O leite materno é essencial para o bebê. Porém, quando não é possível amamentar, é preciso recorrer às fórmulas lácteas para garantir o bom desenvolvimento do bebê. O leite materno possui todas as propriedades que o bebe precisa para se desenvolver com saúde, incluindo a água que muitos dizem não ter no leite.

Os estudos apontam que o leite materno ajuda as crianças a não adquirirem alergias e obesidade nos primeiros meses de vida, além de fortalecer os músculos da face, boca e língua por conta da sucção, e também é eficaz na saúde dos dentes. O leite materno também contribui para economia dos pais, já que é de graça e disponível a qualquer momento.

O aleitamento materno é recomendado até os dois anos de idade, segundo a OMS, devendo ser exclusivo até os 6 meses. Logo que o bebê nasce, na maternidade, já é introduzido a amamentação, e auxiliado nas possíveis dúvidas e obstáculos. E após a alta, caso ainda haja dificuldade na amamentação, a mãe deve procurar o posto de saúde mais próximo para conseguir informações e a ajuda necessária.

Caso não seja possível a amamentação, não é indicado a oferta de leite de vaca ao bebê, pois o mesmo pode interferir no desenvolvimento da criança. Por isso, é recomendado  a introdução da fórmula.

As fórmulas são diferentes, e cada uma visa atender as exigências de cada bebê. Por isso, é importante que sua recomendação seja feita por um pediatra após avaliar o bebê.

Os tipos de fórmulas encontrados são:

fórmulas ao bebê

1- Prematuros: são as fórmulas criadas especialmente para os recém nascidos, possuindo maiores quantidades de proteínas, gorduras, e ácidos graxos essenciais para o desenvolvimento. Muitos pediatras indicam essa fórmula para complementar a amamentação, sendo ofertado após as mamadas.

2- Fase 1: indicado para bebês de até 6 meses de idade. Possui maior teor proteico que a do leite materno e também maior quantidade de lactose e gorduras, ideais para o desenvolvimento do sistema nervoso central.

3- Fase 2: indicados para os bebês de 6 meses a 1 ano. Possuem maior teor de ferro e possuem as mesmas quantidades de proteínas que a fase 1.

4- Fórmulas sem lactose: indicados para bebês intolerantes à lactose. Essa intolerância pode ser passageira ou permanecer por toda a vida.

5- AR ou anti-refluxo: possuem sua composição mais engrossada, para bebês que possuem refluxo. Possui sua fórmula  rica em nutrientes, e possui amido ou milho gelatinizado, que ao entrar em contato com a secreção gástrica, se torna mais grosso, evitando a regurgitação do leite.

6- Hipoalergênicas: é indicado para crianças com alergia ao leite de vaca, contendo a proteína do soro do leite parcialmente hidrolisada.

7- Base de soja: são as fórmulas à base de soja para crianças que são alérgicas à proteína do leite, e intolerantes a lactose, ou para famílias que desejam uma alimentação vegana. Possuem as mesmas vitaminas das fórmulas com derivados de leite.

8- Diferenciadas: são as fórmulas criadas para diversas situações específicas, diferentes das citadas acima, para crianças com constipação intestinal por exemplo, ou com ingredientes para dores abdominais em bebês.

É importante seguir a orientação do pediatra quanto ao tipo de leite ofertado, pois avaliando o bebê, ele irá recomendar o leite ideal. 

E então, mamães… agora você já sabe quando pode dar entrada nas fórmulas com seu bebê.

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